YOOtheme

Notícias

* por Luiz Francisco Pianowski

Você já deve ter notado como estamos sendo invadidos por informações sobre as maravilhas da vitamina D. Entre benefícios e perigos da escassez, fala-se muito sobre sol e suplementação, mas pouco é debatido acerca de como a população pode absorver o conhecimento recém-divulgado pelas mais novas pesquisas científicas e incorporar, assim, novos hábitos à sua rotina. 

Continuar...

Nesta quarta-feira, 23 de janeiro de 2013, os especialistas e pesquisadores do Conselho Científico da Amazônia Fitomedicamentos se reuniram no laboratório Kyolab, em Valinhos, para pontuar os avanços e discutir os próximos rumos das pesquisas realizadas por seus membros.

Continuar...

Valinhos, 19 de dezembro de 2012 – Nesta quarta-feira o prefeito de Valinhos, Marcos José da Silva, esteve na nova sede do laboratório Kyolab para conhecer espaço recém-ocupado pela empresa. Durante a visita, o pesquisador e presidente do Kyolab, Luiz Francisco Pianowski, apresentou as novas instalações ao prefeito e fez um panorama do andamento das pesquisas realizadas no momento por sua equipe, como os fitomedicamentos para câncer (AM10), dor crônica (AM11) e HIV (AM10).

Continuar...

Publicação científica inglesa divulgou este mês artigo com resultados promissores dos primeiros testes

Doenças de pele como psoríase, dermatite atópica e até mesmo o câncer têm origem em ações inflamatórias nas células e podem vir a tornar-se crônicas se não tratadas. Por essa razão, é de grande interesse clínico a descoberta de novos agentes anti-inflamatórios capazes de tratar ou prevenir essas condições. Vencendo a dificuldade em encontrar soluções para essas patologias, surge agora uma novidade promissora: neste mês, a conceituada publicação científica inglesa European Journal of Pharmacology traz um artigo sobre estudos e descobertas de um grupo de pesquisas brasileiro, que atua no desenvolvimento de um fitomedicamento anti-inflamatório, produzido a partir do princípio ativo euphol, extraído do látex da planta Euphorbia tirucalli (nome popular Aveloz) encontrada no Nordeste do Brasil.

Continuar...

*Por Luiz Francisco Pianowski

Quanto vai custar ao Brasil sediar a Copa e as Olimpíadas ainda é uma resposta impossível de ser dada. Fala-se desde R$ 24 bi até R$ 40 bi para cada um dos eventos – cifras estas que esperamos que sejam empregadas em melhorias de infraestrutura de modo geral, divididas entre os setores de hospedagem, transporte, saúde e segurança, em projetos justificáveis e que beneficiem a população no pós-evento (do contrário, teremos uma enorme criação de elefantes brancos).

Continuar...