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* por Luiz Francisco Pianowski

Você já deve ter notado como estamos sendo invadidos por informações sobre as maravilhas da vitamina D. Entre benefícios e perigos da escassez, fala-se muito sobre sol e suplementação, mas pouco é debatido acerca de como a população pode absorver o conhecimento recém-divulgado pelas mais novas pesquisas científicas e incorporar, assim, novos hábitos à sua rotina. 

É fato: a pesquisa realizada pelo endocrinologista americano Michael F. Holick (publicada no livro “Vitamina D: como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes”) surpreendeu a medicina ao comprovar que a vitamina D tem funções que vão muito além de fortificar o esqueleto – seu benefício máximo conhecido até então. Holick defende que, direta ou indiretamente, a vitamina D está relacionada a pelo menos 2mil genes, podendo influenciar na força muscular, proteção a infartos, derrames, diabetes e até câncer.

Para uma sociedade cujo percentual da população com taxas inadequadas dessa vitamina varia entre 30% e 50%, é natural que a descoberta deixe especialistas em alerta e repercuta entre os demais nichos com impacto. Como estudiosos da saúde, nosso dever a partir daí é difundir da melhor maneira possível o conhecimento a respeito do acesso às diferentes fontes de vitamina D: exposição ao sol e suplementação, a fim de evitarmos ações equivocadas.

A Sociedade Brasileira de dermatologia informa que para aumentar os níveis de vitamina D sem expor a pele a riscos indesejáveis, é indicada a exposição ao sol de braços e pernas antes das 10 horas da manhã, durante 15 a 20 minutos, três vezes por semana, sem protetor solar, pois fatores de proteção acima de 8 já impedem a produção do nutriente pela pele. Indivíduos com pele mais escura têm capacidade reduzida de sintetizar a vitamina D e por isso devem se expor ao sol com mais frequência. Para pessoas com pele muito clara, que têm maior risco de câncer de pele, é recomendado que sempre usem protetor solar e, apenas três vezes por semana, tomem sol, mas só nos braços. Segundo a entidade, essa exposição já é suficiente para um aporte adequado de vitamina D.

Já aqueles que não têm oportunidade de expor-se ao sol com frequência, a alternativa é suplementação vitamínica, também segura e eficaz. No entanto, para iniciar a ingestão da vitamina D em pílulas, é necessário consultar um especialista para orientação prévia.

Por fim, uma curiosidade, o título desse artigo, “O Dia D”, é uma alusão aos benefícios da invasão bem sucedida da Normandia pelos aliados (feito reconhecido historicamente como o Dia D) com os benefícios de aumentarmos os níveis de vitamina D no organismo, se não por exposição ao Sol ingerindo doses diárias que supram nossas necessidades, afinal, nosso sistema imunológico precisa de reforço na guerra. Descobriu-se que a Vitamina D não é só produzida pela pele e sim em outras partes do corpo. É como os “aliados” na invasão da Normandia, eles não vieram de um só país, assim também com a Vitamina D, ela não vem só de um lugar, mas sim de outras partes do corpo, porém, o comandante desse batalhão importante é o General Sol. Dele podemos receber a cura se não extrapolarmos o tempo de exposição às suas “ordens”. Como diz o ditado: “Canja e moderação não faz mal a ninguém”.

* Luiz Francisco Pianowski é pesquisador, presidente do laboratório Kyolab e membro do Conselho Científico da Amazônia. Farmacêutico com Doutorado em Tecnologia Farmacêutica (Porto-Portugal), Pianowski é um dos profissionais diretamente envolvido nas pesquisas de fitomedicamentos que visam o combate a alguns tipos de câncer (AM10) e ao vírus do HIV (AM12).

Sobre a Kyolab

A Kyolab (outrora Pianowski & Pianowski Ltda.) é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de produtos farmacêuticos e cosméticos, com expertise em fitomedicamentos. Produz e padroniza extratos vegetais, isola e identifica substâncias ativas. Luiz Francisco Pianowski teve participação como inventor em 25 patentes depositadas de produtos que estão no mercado, como: Acheflan, Giamebil, Prostokos , Sintocalmy, Imunoglucan, Kronel etc, etc. A Pianowski & Pianowski e a Kyolab somam nove anos de atuação no mercado.

Fevereiro / 2013

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