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Publicação científica inglesa divulgou este mês artigo com resultados promissores dos primeiros testes

Doenças de pele como psoríase, dermatite atópica e até mesmo o câncer têm origem em ações inflamatórias nas células e podem vir a tornar-se crônicas se não tratadas. Por essa razão, é de grande interesse clínico a descoberta de novos agentes anti-inflamatórios capazes de tratar ou prevenir essas condições. Vencendo a dificuldade em encontrar soluções para essas patologias, surge agora uma novidade promissora: neste mês, a conceituada publicação científica inglesa European Journal of Pharmacology traz um artigo sobre estudos e descobertas de um grupo de pesquisas brasileiro, que atua no desenvolvimento de um fitomedicamento anti-inflamatório, produzido a partir do princípio ativo euphol, extraído do látex da planta Euphorbia tirucalli (nome popular Aveloz) encontrada no Nordeste do Brasil.

No artigo, os pesquisadores líderes do projeto, Luiz Francisco Pianowski (do laboratório Kyolab, de Campinas, SP) e João B. Calixto (Da Universidade Federal de Santa Catarina) demonstram a eficácia do uso tópico do ativo em ratos – testes realizados até momento.

Saiba mais sobre o artigo publicado na European Journal of Pharmacology, produzido pela equipe de pesquisadores: Giselle F. Passos; Rodrigo Medeiros; Rodrigo Marcon; Andrey F. Z. Nascimento; João Batista Calixto; Luiz Francisco Pianowski

O papel da sinalização PKC/ERK1/2 no efeito anti-inflamatório do tetracíclico triterpeno euphol em TPA induzida inflamação da pele em ratos

O objetivo do trabalho foi estudar alguns dos mecanismos moleculares, pelos quais o euphol exerce sua ação anti-inflamatória em resposta a inflamação cutânea induzida por TPA em camundongos. Resumindo, os dados apresentados neste trabalho indicam que o tratamento tópico com euphol, isolado a partir do látex da planta Euphorbia tirucalli, resultou num declínio consistente da inflamação cutânea induzida por TPA. Pois, ocorreu uma diminuição do edema e da infiltração de leucócitos na pele do local inflamado. Do mesmo modo, o tratamento com euphol foi capaz de inibir a ativação das proteínas de sinalização, as PKCs e MAPKs, que por sua vez reduzem os níveis das quimiocinas do tipo CXCs e da enzima ciclo-oxigenase-2 (COX-2), após a aplicação tópica de TPA.

Saiba mais sobre doenças de pele e tratamentos dessas patologias

A pele recobre a superfície de aproximadamente 2 m2 do corpo, sendo o maior órgão do corpo humano e a principal barreira física contra o meio externo. Devido a grande extensão e contato com o meio ambiente e seus agentes agressores, a pele e seus anexos apresentam várias disfunções. Muitas destas lesões e disfunções apresentam em seu decorrer um processo inflamatório. A inflamação representa uma complexa mobilização dos sistemas de defesa celular e humoral do organismo, com participação vascular, neural e hormonal, desencadeada por estímulos físicos, químicos ou biológicos. O processo inflamatório na pele é produzido e mantido pela interação de vários tipos celulares residentes como as terminações nervosas, queratinócitos, fibroblastos, mastócitos, células endoteliais e macrófagos, além de células que migram para o tecido inflamado como neutrófilos, eosinófilos, monócitos, e linfócitos. As doenças inflamatórias da pele têm grande incidência na população, algumas destas patologias como a psoríase acometem 3% da população mundial. Entretanto, os medicamentos atualmente disponíveis na prática médica, como antiinflamatórios não esteroidais, anti-histamínicos, glicocorticóides e imunosupressores, estão muito longe de tratar com eficácia processos inflamatórios cutâneos crônicos como a psoríase e a dermatite atópica. Motivo pelo qual, a academia e a indústria farmacêutica vêm estudando novas alternativas para o tratamento das patologias que acometem a pele, bem como novos alvos terapêuticos e novas entidades químicas. Devido a grande dificuldade de desenvolvimento de novas moléculas com atividade biológica, a tentativa de utilizar medicamentos já conhecidos para novas indicações terapêuticas tem sido um grande desafio para a medicina contemporânea. científicos a respeito do uso das estatinas como antiinflamatórios em processos inflamatórios de pele procuraremos avaliar, através de estudos farmacológicos in vitro, os possíveis efeitos antiinflamatórios da sinvastatina em cultura de queratinócitos e pele humana reconstituída in vitro, bem como esclarecer os mecanismos envolvidos nessas ações.

Sobre a Kyolab

A Kyolab (outrora Pianowski & Pianowski Ltda.) é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de produtos farmacêuticos e cosméticos, com expertise em fitomedicamentos. Produz e padroniza extratos vegetais, isola e identifica substâncias ativas. O Kyolab possui mais de 25 patentes de podutos que estão no mercado, como: Acheflan, Giamebil, Prostokos , Sintocalmy, Imunoglucan , Kronel etc, etc. A Pianowski & Pianowski e a Kyolab somam nove anos de atuação no mercado.

Novembro/2012

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