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*Por Luiz Francisco Pianowski

Quanto vai custar ao Brasil sediar a Copa e as Olimpíadas ainda é uma resposta impossível de ser dada. Fala-se desde R$ 24 bi até R$ 40 bi para cada um dos eventos – cifras estas que esperamos que sejam empregadas em melhorias de infraestrutura de modo geral, divididas entre os setores de hospedagem, transporte, saúde e segurança, em projetos justificáveis e que beneficiem a população no pós-evento (do contrário, teremos uma enorme criação de elefantes brancos).

Mas ao fazermos tanto para trazer talentos estrangeiros à nossa pátria, a questão que fica é: por que não fazermos o mesmo, ou até mais, pelos nossos próprios talentos? Não apenas no esporte, mas em todas as áreas nas quais travamos combates diários frente aos demais países.

Na indústria farmacêutica, por exemplo, o Brasil investe 1.545% menos do que os Estados Unidos. Por conta de índices como esse, por exemplo, é que, ao passo em que medicamentos com valores de patentes bilionárias são produzidos em outros países, gerando ainda mais riquezas, aqui no Brasil apenas contamos os dias para que as patentes expirem e possamos usá-las como genéricos. Ou seja, além de não gerarmos renda suficiente para bancar novas pesquisas, ficamos ultrapassados em questão de tecnologia para tratamentos.

O desejo que surge dessa realidade é que nós, brasileiros, sejamos capazes de subir ao pódio também quando o assunto é pesquisa e desenvolvimento em saúde e farmácia. Os pré-requisitos nós já temos: uma maratona nos corredores de burocracia e corrida de obstáculos para empreendedorismo.

A sugestão é que o Brasil aprenda a jogar em equipe também fora dos campos e quadras. Juntar esforços dos diversos segmentos para conquistarmos avanços no conhecimento científico. Podemos ser atletas da ciência, por que não?

* Luiz Francisco Pianowski é pesquisador, presidente do laboratório Kyolab e membro do Conselho Científico da Amazônia. Farmacêutico com Doutorado em Tecnologia Farmacêutica (Porto-Portugal), Pianowski é um dos profissionais diretamente envolvido nas pesquisas de fitomedicamentos que visam o combate a alguns tipos de câncer (AM10) e ao vírus do HIV (AM12).

Sobre a Kyolab

A Kyolab (outrora Pianowski & Pianowski Ltda.) é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de produtos farmacêuticos e cosméticos, com expertise em fitomedicamentos. Produz e padroniza extratos vegetais, isola e identifica substâncias ativas. Luiz Francisco Pianowski teve participação como inventor em 25 patentes depositadas de produtos que estão no mercado, como: Acheflan, Giamebil, Prostokos , Sintocalmy, Imunoglucan, Kronel etc, etc. A Pianowski & Pianowski e a Kyolab somam nove anos de atuação no mercado.

Setembro/2012

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